21.8.13

  

 

Mané Garrincha foi um dos maiores ídolos do esporte bretão, o futebol brasileiro. Aqui, em charge de João Henrique, 28 ano,  especial para Formas&Meios e AgênciaFM. 

Garrincha, carioca de Magé, Rio de Janeiro morreu aos 49 anos, em 20 de janeiro de 1983. 

 

Contatos para exposição / ilustração: , agenciafm@gmail.com / frammartins@r7.com

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19.6.09

Cantora se diz religiosa e que não pretende voltar ao show business, entretanto continuam os pedidos para participar de festivais pela Europa, sem sucesso. Continua lutando contra o inimigo, ela mesma.


Totalmente desequilibrada, a cantora irlandesa Sinéad O’connor, no dia 3 de outubro de 1992, ao se apresentar em um dos melhores e mais assistidos programas no mundo, o Saturday Night Live, criaria mais uma polêmica, e, dessa vez enterraria sua carreira ou apenas ironia do destino. Após cantar “War”, ela lançou mão de uma fotografia do papa João Paulo II, e, além de rasgá-la, convocou o mundo a lutar contra o santo Papa “ Figh the real enemy”, disse Sinéad. A cantora estava no único auge de sua carreira com a faixa “Nothing Compares 2 U ” top ten absoluto. Ao término da música se quer sabia como retirar os fones de ouvidos. Seria a arrogância, seu desajuste emocional ou os deuses da música puniu tamanho desequilíbrio da irlandesa.


De qualquer forma, quando percebeu que não mais conseguiria emplacar um único hit entre os 500 melhores na Europa, Sinéad O’Connor preferiu não dar o braço a torcer. A cantora assumiu “vou me retirar da música para poder cuidar melhor do meu espírito e de minha família”. O ato da revoltada irlandesa [qual o irlandês que não é revoltado], foi reprovado por jornalistas, autoridades religiosas entre outras. De lá para cá ela vem enfrentando grandes problemas profissionais por conta deste desatino. Não publicamente, houve qualquer tipo de contestação no Vaticano à ‘ex-musa’ , que amarga uma agenda vazia.
O site é a única esperança de que algum dia alguém se lembre da sua existência. No momento acontece o maior festival do hemisfério norte, e nada da presença de O’Connor”. Não é que ela não queira participar não, é que ninguém a quer em seus eventos.

Sinéad Marie Bernadette O'Connor, nasceu em Dublin, em 8 de dezembro de 1966. Filha de um engenheiro e advogado, Sean O’Connor, e Marie O’Connor, é a terceira de cinco filhos. Toda sua vida foi pautada por reveses. Sua personalidade não livraria de sofrer abuso sexual na infância, tentou por duas vezes o suicídio, e em 2001 afirmou ser homossexual. Foi excomungada por lideranças protestantes irlandesas ao fundar e liderar uma seita.

Estreia

Sua estreia musical aconteceu em 1987 com The Lion and The Cobra, uma homenagem a mãe. Se apresentou nos Esatdos Unidos e Europa com boa repercussão. “I Don´t Want What I Haven’t Got”, não consegue destaque, que viria em “Nothing Campares 2 U”, composição de Prince, e lhe rendeu vários prêmios e liderança em vendagens. Mais uma tentativa com o álbum Universal Mother, obteve destaque apenas em países latino-americanos.


Insistiu com um novo disco “ Gospel Oak” onde a faixa Fire On Babylon alcança o top 200 no Reino Unido. Manteve-se em silêncio até 2000 quando lançou Faith & Courage”, cuja repercussão foi a dos anos em silêncio, ou seja, nenhuma. Desiludida da carreira por força de suas cabeçadas, reuniu dois jornalistas amigos para anunciar que teria se convertido a Igreja Tridente Latino, a mesma que lhe deu apoio no disco Universal Mother”. Nos últimos anos gravou apenas álbuns com canções folclóricas do seu país.
 

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17.5.09

Ângela Maria & Raimundo José: Caminhos cruzados

Raimundinho e a incrível Sapoti uma amizade fraterna de longa data como mostram as fotos inéditas. Parabéns Ângela Maria. aniversário.


Abelim Maria da Cunha nasceu aos 13 de maio de 1928, Macaé, Rio de Janeiro. Filha de pastor protestante passou toda a infância nas cidades fluminenses de Niterói, São João do Meriti e São Gonçalo. Desde menina cantava em coro de igrejas. A vontade de seguir carreira profissional fez com que criasse o pseudônimo Ângela Maria para apresentar-se no rádio. Cantou na Radio Clube do Brasil {atual Mundial} Radio Nacional e em programas de calouros como a Hora do Pato, de Jorge Curi; Integrou o "Trio de Osso" (Lamartine Babo, Iara Sales e Heber de Bôscoli).


Sua voz logo chamou atenção o que dificultou sua participação nesses
programas pois estava deixando de ser caloura. A ex-tecelã e inspetora de lâmpadas estava se tornaria uma das maiores estrelas da música brasileira. Lançou-se como crooner no Dancing Avenida, em 1948, onde cantou 'Olhos verdes' de Herivelto Martins e Benedito Lacerda. Após um teste fora contratada pela Radio Mayrink Veiga onde começou carreira e participou dos programas de César de Alencar e Manuel Barcelos. Firmou-se na emissora interpretando musicas de Othon Russo e Ciro Monteiro, diminuindo a forte influência de Dalva de Oliveira. Estreou no disco em 1951 com “Sou feliz” de Augusto Mesquita e Ari Monteiro e "Quando alguém vai embora" {Ciro Monteiro e Dias Cruz}. Tudo o que gravou foi sucesso, mas destacam-se Babalu {Margarita Lecuana} Ave Maria no Morro {Herivelto Martins}, Gente Humilde {Chico Buarque e Vinícius de Moraes} Vida de Bailarina {Américo Seixa e Chocolate}. A partir daí sua história e talento são reconhecidos no Brasil e até no exterior.


O rouxinol mineiro


Raimundo José começou a cantar ainda criança, aos 11 anos em igrejas e mais tarde entraria para um dos melhores corais do País, o Madrigal Renascentista, de Belo Horizonte. Filho único de uma lavadeira, dona Raimunda que era carinhosamente chamada de imperatriz, que deu-lhe educação impar. Assim, o espirituoso e elegante cantor estava pronto para alçar voos musicais além Minas Gerais. Primeiro foi para o Rio de Janeiro e no final dos anos 60 muda-se para São Paulo, onde se apresenta como crooner em casas noturnas.


Dono de bom gosto musical, a estreia no disco se deu ao gravar compositores como Nelson Ned e Sérgio Reis. Em 1977, gravou o samba "Santo forte" composição de Cláudio Fontana, sucesso em todo o país. Em 1979, ao lado da lendária cantora Lana Bittencourt gravou a versão de Hélio Ansaldo "Que Será de Ti?" e o samba-canção de Lupicínio Rodrigues "Exemplo", que novamente o colocaram na rota do sucesso. Sua primeira aparição foi na TV Itacolomy em 1961, BH, a partir daí fez os principais programas de TV's do País entre eles Chacrinha, “Almoço com as Estrelas”, Bolinha etc. Em 2007, foi convidado especial de Lana Bittencourt no programa “Ensaio” na TV Cultura.


Nos anos 1980 deu novos rumos à carreira voltando-se mais para o mercado internacional com inúmeras apresentações nos Estados Unidos, Canadá. Em 90, continuou sua rota no exterior, dessa vez na Europa. Gravou um disco todo dedicado à música de Cabo Verde, "Cabo Verde Amarelo" além da trilha sonora da novela 'Tocaia Grande', extinta TV Manchete. Donos de belas vozes e cuidadosos na escolha de repertório, tanto Raimundo José quanto Ângela Maria estão em franca atividade, e esta matéria é uma singela homenagem não somente para Sapoti, mas também ao 'rouxinol' de Minas Gerais. {
Fotos: distribuição Agência FM]
 

Mais sobre Raimundo José:

 

http://.raimundojosecantor.blogspot.com

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27.4.09
 
O paulistano teve seu trabalho notado em São Paulo em 1958, por realizar fotografia profissional de moda.

 

Morre pioneiro da fotografia de moda no País, Otto Stupakoff, aos 73 anos. Ele foi encontrado morto pelos funcionários de um flat onde morava, no Itaim Bibi, zona sul de São Paulo, na manhã do dia 22 de abril. A família acredita que o fotógrafo morreu vitimado por ataque cardíaco.
Stupakoff acabara de receber uma retrospectiva no Rio de Janeiro, com 65 fotos de personalidades como as atrizes Sophia Loren, Sharon Tate,Tom Jobim e Jenniffer Connelly entre outras. Em 1965 foi contratado por uma das melhores revistas de moda, a Harpper's Bazaar, EUA. Também nos Estados Unidos, especificamente em Nova Iorque, o Museu de Arte Moderna [MoMA], mantém em seu acervo 40 fotos permanentes do fotógrafo, que morou nos EUA até 2002, e retornou ao Brasil em 2004, indo morar no Rio de Janeiro, e em 2005 retornou para capital paulista, onde nascera.

Sua retomada à fotografia deu-se divido aos fotógrafos Bob Wolfenson e Fernando Laszlo que o ajudaram a organizar exposições com o vasto acervo e até um livro retrospectiva de 2006. Sua vida foi dedicada a fotografia de moda, mas em 1994 Stupakoff viajou ao Camboja, e lá realizou um trabalho mais voltado para área social. Rebelde e gênio forte, deixou o Brasil entre 1950 e 60, ao retornar encontrou um País muito diferente do que havia deixado entre 50 e 60. É uma grande perda, de qualquer forma está imortalizado por seu estilo fotográfico de moda. [Tom Jobim por Otto Stupakoff]
 
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27.1.09
Encabeçou movimentos internacionais como Cuba Livre, Refugiados da China além de convidado na lista de uma das maiores damas paulistanas, dona Yolanda Penteado Matarazzo. Realizou estudos na Universidade de Cornell, Califórnia e no IBESP etc.
 

 

Paulistano nascido no bairro do Braz é testemunha ocular das mudanças tanto no País quanto na capital paulistana. Suas retinas gravaram revoluções, revoltas, motins; acompanhou e participou das mudanças da cidade, o apogeu e a derrocada de personagens e personalidades políticas e artísticas. Foi parte integrante de uma cidade em esfuziante crescimento cultural: teatros, cinemas e óperas. Em tenra idade ficou órfão de pai, ficando a tarefa para sua mãe e o irmão mais velho de criá-los.
 
Em 1932, quando da Revolução Constitucionalista, já tinha 11 anos e por influência dos amigos mais velhos participou da entrega de panfletos pela causa. A partir dai tomou gosto pelos movimentos sociais. Deu sequencia aos seus estudos no colégio Romão Puigari [antigo primeiro Grupo Escolar do Brás, na Avenida Rangel Pestana]. Aos 19 anos passa a trabalhar nas empresas Matarazzo, onde travou conhecimento com Franco Zamppari e dona Yolanda Penteado Matarazzo. Era uma vida dura pois tinha de estudar e trabalhar para ajudar nas despesas de casa. Mas isso não o fez ficar na defensiva, ao contrário, leu os grandes pensadores; tudo o que pode. Leu tanto, que em 1980 fez doação de 2.800 livros para uma biblioteca da zona norte. ‘Eram livros, e não literatura descartável’, disse Visconde.

Movimentos humanitários

Iludido com os movimentos libertários e partidos com ideologias totalitárias o fez militante do 'partidão'. Militou por quase 4 anos e nunca foi preso como também não presenciou prisão de amigos ligados ao partido. Muitas fugas, sim. Mas, com o passar do tempo percebia que os movimentos chocavam-se com suas ideologias. Enquanto Fausto Visconde ansiava por mudanças para a sociedade como um todo, os diretores iam na contramão, e sinalizavam o oposto do que lera e pretendia. Ou seja, eles buscavam mais pela realização pessoal do que um retorno amplo para a sociedade. - Aqui a F&M pede licença ao Visconde para enfatizar o tema: Corroborando com o que Visconde entendeu naquele momento político e social, realmente se pegarmos militantes de 'movimentos sociais' como José Dirceu, Lula da Silva, José Genoino, Miguel Arraes, a família Rebello, e tantos outros, tudo indica que legislaram em causa própria. Haja vista todos estão ocupando cargos públicos respaldados pelo passado e não por alguma qualidade presente ou futura. Voltemos ao foco que é Fausto Visconde.

Sua desilusão com os formatos das organizações pseudo-sociais atuantes no Brasil, fez com que ele redirecionasse sua atuação para entidades internacionais. Não sem antes conseguir entender melhor as entrelinhas do poder. Não o poder a qualquer custo. Realizou estudos no extinto IBESP - Instituto Brasileiro de Estudos Sócio-políticos, presidido por Osiro Silveira. Em 1961 teve seu primeiro contato com comitê internacional, o Cuban Refugee Emergency. Já em 1962 sensibilizado com a degradante situação dos chineses entrou para o Comitê Internacional, arrecadando Fundos para os Refugiados da China. Sua militância internacional não pararia por ai não. Em 1963, foi um dos cabeças da ideia da organização Citizens Committee for a Free Cuba - Comitê que lutava pela liberdade da ilha de Fidel Castro. Na década de 1970, com o falecimento de sua mãe ele se ausentou dos movimentos sociais, e se debruçou sobre sua farta discoteca de MPB [Chico Alves, Orlando Silva, Dolores Duran, Carmem Miranda entre outros]; praticamente todas as óperas; jazz, além de filmes e mais filmes, algo que cultiva desde os 9 anos e coleções de selos.

Estudos/ colaboração / contatos

Nas décadas de 1950 /60 período em que escrever uma carta para o exterior ou importar livro, disco era missão quase impossível, Fausto Visconde, não só recebia cortesia como fazia contato com as melhores universidades norte-americanas além de cursos e pós graduação. Tudo grátis e sem apadrinhamento. Pode-se dizer que ele 'alisou' as poltronas de algumas das melhores faculdades como University of Miami, Flórida; 1954; University of Califórnia, 1955 e Cornell University , 1957 entre outras. Os estudos na terra de tio Sam o levou a colaborar com uma das melhores empresas de comunicação do mundo, a RCA [Rádio Corporation of América]. Também escreveu para revistas como Em Guarda, edição bilingue espanhol e português. Por falar na Espanha, lá, ele ganhou o título carinhoso de don Fausto, ofertado por uma tradicional família de Sevilha, os Sinquemani.

Alias, ele sempre cativou o respeito de pessoas importantes como dona Yolanda Penteado Matarazzo. Quantos mortais tiveram o privilegio de receber um convite de uma das maiores damas da cidade de São Paulo ! Fausto Visconde, com certeza é um deles. Não um mas vários convites para comparecer nos eventos e na famosa Fazenda Empyreo. Em 1960 ou 61 foi a Buenos Aires, e quando a aclamada Evita Perón soube de sua estada pela Embaixada Brasileira na Argentina, o convidou juntamente com outros quatro brasileiros para um jantar na sede do governo argentino, a Casa Rosada.

 
A data de seu nascimento é tão controversa quanto a personalidade forte contida no 1,60m de altura. Segundo ele, nascera em outubro de 1920 e foi registrado somente em março de 1922, por opção de seu pai, Donato Visconti, um professor de línguas e artesão frustrado que ansiava pela representação da ópera FAUSTO na capital paulistana para registrar o bambino. Como não houve o evento, registrou-o na efervescência da Semana de Arte Moderna. Por ironia do destino, mais tarde viria a manter contato com algumas das figuras envolvidas. Fausto Visconde faria tudo outra vez e faz questão de frisar que se arrepende de poucas coisas ao longo da vida ‘epopeica’ diz “eu sou um jovem de 88 anos”. {Publicada na edição impressa de www.boston.com , tiragem de 1,6mi, em 10/1/09. A milésima notícia da Agência FM publicada desde sua fundação, 25 de janeiro de 2005}. 
 
{Agência FM - ALL RIGHTS RESERVED }.
**Fausto Visconde, talvez seja ele o mais idoso colaborador na internet. O faz com a www.formasemeios.blogs.sapo.pt , há 4 anos. Segundo o site www.technorati.com , única empresa no mundo especializada em ranquear sites, blogs, flogs etc... a F&M é um dos mais acessados em língua portuguesa.
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