29.6.21

Ele estava internado na Clínica São Vicente, na Zona Sul do Rio, após ser diagnosticado com câncer tipo linfoma não-hodgkin. Com mais de quatro décadas dedicadas ao jornalismo, Xexéo virou uma grande referência. 

 

Morreu, na noite deste domingo (27), no Rio de Janeiro, o escritor e jornalista Artur Xexéo, aos 69 anos. Ele estava internado na Clínica São Vicente, na Zona Sul do Rio, após ser diagnosticado com câncer tipo linfoma não-hodgkin. Com mais de quatro décadas dedicadas ao jornalismo, Xexéo virou uma grande referência.

Largou a engenharia, mas para não dar desgosto para os pais, seguiu na faculdade. Sem nenhuma ideia do que fazer, fez jornalismo. Xexéu passou pelas revistas "Veja" e "Istoé", mas logo depois voltou ao "Jornal do Brasil" com a missão de reformular a revista de domingo, o suplemento cultural do JB. A proposta era fazer uma revista para ler na praia, com artigos de música, cultura e literatura. O projeto deu certo e a revista virou moda. (Foto: purepeople)

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link do postPor Fram Martin Equipe formasemeios, às 15:23  comentar

18.6.21
Ao terceiro álbum, "BPM", Salvador Sobral assume-se também como autor. Um exímio escritor de canções, entre o jazz e a pop 
 
 

As 14 faixas de BPM foram gravadas no Le Manoir de Léon, um “estúdio absolutamente encantador no Sul de França”, na descrição de Salvador Sobral, que prefere o palco aos estúdios de gravação.

 

Das 13 faixas, apenas duas, Fui Ver Meu Amor (letra da irmã, Luísa Sobral) e Só Eu Sei (letra da atriz belga, e sua mulher, Jenna Thiam), são a exceção a essa regra. Afinal, como se ouve no tema de abertura, Mar de Memórias: “Guardo cá dentro um mar de memórias, histórias esquecidas, glórias perdidas.”

 

A canção funciona como uma espécie de prelúdio ao prelúdio propriamente dito da segunda faixa (Fui Ver Meu Amor – Prelúdio), dando assim o mote para um álbum que, mesmo para o ouvinte mais desatento, não deixa de soar autobiográfico. Basta ouvir canções como Sangue do Meu Sangue ou Medo de Estimação – que o próprio já confessou ser sobre o medo de morrer, devido aos públicos problemas de saúde entretanto já ultrapassados – para se perceber que esta é uma música de catarse, saída das entranhas, de onde emerge também um escritor de canções à altura do intérprete. Porque no fim de tudo, são elas, as canções, que irão permanecer na tal memória futura: do swing de Se De Mim Precisarem aos ambientes mais pop de Paint the Town ou Páginas Soltas, passando pelas épicas Canción Vieja e Bom Vento. BPM é um álbum completo, à imagem do artista que o assina. (Francisco Martins \ sapo.pt).

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link do postPor Fram Martin Equipe formasemeios, às 16:16  comentar

11.6.21
O recente livro de Frederico Pedreira, Coração Lento, é um bom exemplo de uma tendência para reduzir tudo a um cinzentismo que não parece deixar grande saída.
 
 

 

O recente livro de Frederico Pedreira (Coração Lento, ed. Assírio & Alvim) é, a esse nível, exemplar. Exemplar porque este dispositivo encontra uma cristalização que nos permite pensar esta tendência recente, exemplar porque Frederico Pedreira tem uma oficina poética bastante bem feita, com um rigor na construção do poema que falta a muitos - mas a culpa não é deles, muitas vezes, mas da ausência de uma outra figura que desapareceu sem deixar rasto do panorama literário, o editor. Mas exemplar, também, porque Coração Lento permite perceber as limitações que esta tonalidade tem, esta, para citar Kafka - que não tem nada que ver com esta história -, “cinza que não é capaz de tomar um aspecto de vida”. 

 

Com rigor em seus poemas, eis que nesse rigor na construção acaba por ser contrabalançado, arrastado, por um dispositivo retórico que está constantemente a ser usado e que se abate sobre praticamente todos os poemas de Coração Lento: é o poema “que não vale / mais que uma assinatura”, o “desengonçado estaleiro”, a “pobreza do verbo”, a “volta lenta dos derrotados”, o verso onde se vê “o verde dos olhos dissipar-se/ na chama triste do papel em branco”, a “pobre arte da oratória”, o coração “romântico, lasso, um pouco baço”, as palavras que “vogam acabrunhadas”. (Fram Martins \ sapo.pt - Foto: Jornal i Sapo]

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link do postPor Fram Martin Equipe formasemeios, às 16:01  comentar

4.6.21

Clube de Leitura do Memorial da América Latina ( São Paulo, Brasil) recebe a escritora Ana Brêtas


Último encontro da temporada, no dia 12, apresenta os contos “Jogo da Velha”, “Casinha” e “Coelho Sai da Toca”, com participação da autora 
 
O Memorial da América Latina recebe, no último encontro da temporada do Clube de Leitura Ler a América Latina, no dia 12 de junho, às 10h, a escritora Ana Brêtas, que apresenta os minicontos “Jogo da Velha”, “Casinha” e “Coelho Sai da Toca”. Juliana Leuenroth, do projeto Leia Mulheres, fará a mediação da conversa.
 
Os minicontos integram o livro Cem Vezes Uma, publicado pela Editora Jandaíra, composto por cem histórias curtas sobre situações singulares presentes no cotidiano feminino. Ana Cristina Passarella Brêtas, é autora de muitos dos títulos são inspirados em nomes de jogos, brinquedos e brincadeiras infantis. (Foto: Editora Scortecci). 
 
serviço
 
Clube de Leitura Ler a América Latina – Mulheres Contam
Dia 12 de junho, às 10h
“Jogo da Velha”, “Casinha” e “Coelho Sai da Toca”, com Ana Brêtas
Plataforma: Zoom (link enviado um dia antes de cada encontro)
Certificados: frequência mínima de 75% dos encontros do ciclo
 
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link do postPor Fram Martin Equipe formasemeios, às 18:13  comentar

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